Lei sancionada pelo presidente da República transformou em pó decisão da Alepa que reprovou contas do ex-governador/Divulgação

Com o ex-governador Simão Jatene livre para se candidatar, comenta-se à boca pequena que conhecido  setor da Polícia Civil, sempre muito ágil e prestativo quando é do interesse do gabinete do governador, estaria com uma nova missão: criar, no melhor estilo, um pretexto político que afaste o ex-governador das eleições do ano que vem – o que, mais uma vez, revela a insegurança que mina as hostes governistas. Fonte da coluna dentro da Polícia Civil garante que não se trata de “teoria da conspiração”: a conversa estaria circulando discretamente entre alguns altos integrantes da corporação.

Possível candidatura
provoca desassossego

O governador Helder Barbalho, que dorme e acorda pensando na reeleição, nem em sonho quer ver Jatene candidato em 2022. A decisão da Assembleia Legislativa de rejeitar as constas do ex-governador, mesmo depois de aprovação por unanimidade pelo TCE, parecia manter acesa a chama de possível impedimento da candidatura. Agora, é fato que a decisão do presidente Jair Bolsonaro de sancionar lei que permite até a político com as contas rejeitadas se candidatar destruiu completamente o que muitos consideravam “armação” da Alepa, criando um desassossego geral entre a Torre e o Palácio.

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