Completamente reformado, o Museu do Marajó vai exibir paisagismo exuberante e 5 mil peças coletadas pelo padre Geovane Gallo- Agência Pará-Divulgação

Marajó está prestes a reabrir museu que resgata
cultura da região pelas mãos de padre Geovani Gallo

Dia 28 de setembro, de 2021, 8 horas

Um museu digno da importância da história do Marajó, criado pelo padre Geovani Gallo há 50 anos, está prestes a reabrir suas portas em Cachoeira do Arari, terra do escritor Dalcídio Jurandir e do glorioso São Sebastião, dois ícones da cultura regional. Agora sob a tutela do Estado, o museu passa por profundas reformas e vai expor mais de 5 mil peças, resgatando mil anos da história marajoara copilada pelo padre Gallo. O acervo contempla as culturas  indígenas, de  pescadores, extrativistas e ceramistas, além da criação de bubalinos, fauna e flora da região. A entrada do museu vai exibir um paisagismo exuberante, placas com as gregas marajoaras e um portal. O museu será opção para turistas que frequentam as praias de Soure e Salvaterra e poderão esticar a viagem através de rodovia asfaltada para desvendar  os mistérios e os campos do Marajó.

Luta marajoara

Velho sonho do Marajó – reconhecer  a Luta Marajoara como patrimônio cultural de natureza imaterial como expressão sociocultural – tramita na Assembleia Legislativa do Estado através de projeto de lei do deputado Raimundo Santos. Pela proposta, a luta marajoara passará a fazer parte da grade curricular das aulas de Educação Física de alunos da rede pública e terá o lutador campeão Cleivson Figueiredo como embaixador do Marajó – ele iniciou carreira com essa modalidade e hoje tem renome internacional.

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