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Belém aparece entre as
piores cidades do Brasil
para fazer negócios

Quinta-feira, 17 de junho de 2021

Levantamento do Banco Mundial divulgado na última terça pelo governo brasileiro aponta Belém entre os quatro piores lugares do Brasil para fazer negócios, segundo o ranking Doing Business (info). A capital paraense, com avaliação 5,7 pontos, está à frente apenas de Salvador (52,5), Macapá (52,3), Vitória (51,7) e Recife (51). São Paulo lidera a lista de capitais com melhor ambiente de negócios no estudo, que mede as regulamentações e o ambiente de negócios que se aplicam a pequenas e médias empresas nacionais.

Cinco critérios

Esta é a primeira vez que o levantamento abrange todas as capitais brasileiras analisando cinco critérios: abertura de empresas; obtenção de alvarás de construção; registro de propriedades; pagamento de impostos; e execução de contratos. Segundo os pesquisadores, a burocracia contribui para que o desempenho do Brasil esteja abaixo dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento, América Latina e Brics.

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Na ponta

A favor do Pará, conta a facilidade para a abertura de empresa. No relatório do Banco Mundial, Belém aparece em primeiro lugar, com 84,7 pontos – seguida por Curitiba (PR), com 84,5; Teresina (PI), com 84,5, e Florianópolis (SC), com 83,9 pontos -, fator que a Junta Comercial (foto) atribui às medidas voltadas para desburocratizar o ambiente de negócios, entre elas o sistema 100% digital, que tornou o registro mercantil mais acessível.

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Lá vem o trem

Já estão na mesa de trabalho do secretário de Meio Ambiente do Pará, Mauro Ó de Almeida, os estudos de impacto ambiental e o relatório de impacto ambiental feitos pela empresa Terra Meio Ambiente para o projeto de construção da Ferrovia Paraense. A ideia do governo com o novo projeto da ferrovia, agora com traçado de 515,02 quilômetros, é oferecer soluções para uma base favorável à geração de empregos e renda e à verticalização industrial. As obras estão previstas para começar ano que vem.

Deu alarme

A BM Alarmes – Rua 86, Quadra F21, Sala 01, nº 389, Setor Sul, em Goiânia (GO) – é assídua frequentadora do Diário Oficial do Estado. No último dia 26, foi publicado o documento 074/2021, para contratação emergencial, com dispensa de licitação, de empresa especializada na prestação de serviço de segurança eletrônica – instalação, locação e monitoramento do sistema de alarmes – no valor de R$1.223.389,50, por seis meses.

Banho-maria

O que se diz é que o Sistema de Assistência Técnica e Extensão Rural, criado para sistematizar e o fluxo de informações entre todos os escritórios da Emater teria sido, de forma irresponsável, colocado em banho-maria pela nova direção da empresa. A prova de que o que vale agora é a caça ao voto estaria no fato de que até o convênio com o Mapa para compra de equipamentos e tecnologia teria sido deixado de lado.

Nem aí

Perde tempo quem pensa que o deputado estadual Antônio Tonheiro se preocupa com o que andam falando dele depois de ter sido flagrado dançando e bebendo sem máscara em uma festa com centenas de pessoas no interior do Pará. O parlamentar, desde que chegou à Assembleia Legislativa, usa chapéu em plena sessão, o que é considerado falta de decoro, mas solenemente ignorada pela Mesa Diretora, inclusive a atual.

Novo rumo

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria aponta que, em uma década, ocorreu importante desconcentração da indústria brasileira, com redução da participação da região Sudeste no PIB industrial e aumento na participação das demais regiões geográficas – Sul, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Nesse movimento, São Paulo perdeu 5,5 pontos percentuais de participação na produção manufatureira do País, a maior queda entre os 26 Estados. O Rio Janeiro obteve o segundo pior desempenho, com recuo de 1,1 pontos percentuais.

Sempre eles

São Paulo continua sendo o principal parque industrial do País, mas a indústria brasileira tem migrado do Sudeste, que perdeu 7,5 pontos percentuais na indústria de transformação, principalmente para as regiões Sul e Nordeste, que aumentaram 3,2 pontos e 2,9 pontos respectivamente. São Paulo responde por 38,15% do valor adicionado da Indústria de transformação, o segundo colocado, Minas Gerais, tem 10,09%.

Mais que o sol

O maior ímã do mundo, construído ao longo de dez anos, está pronto para ser enviado da Califórnia, nos Estados Unidos, para a França, onde será peça central de um projeto que prevê replicar a força do sol na Terra. Trata-se da parte central do “Iter Tokamak”, peça de US$ 23,95 bilhões de dólares, que irá produzir energia de fusão nuclear a partir da França por 35 países parceiros na busca da chamada “verdadeira energia renovável”.

Silêncio total

O sistema de fusão de hidrogênio é um teste para provar que a tecnologia pode funcionar e que a energia pode ser criada e controlada para fornecer eletricidade segura e livre de carbono. Esse ímã é o primeiro de seis que serão construídos. Sua força é capaz de erguer um porta-aviões de 100 mil toneladas. Países que serão beneficiados pela energia não falam sobre possíveis danos ao planeta, até porque a China já produz o dela, o que permite entender o corre-corre de tanta publicidade em favor do carro elétrico na Europa. 

  • O plano de vacinação Estado-Prefeitura de Belém caiu por terra, ontem, ao menos no Cassazum (Duque com Perebebuí), onde cerca de 1 mil pessoas se aglomeravam em filas.
  • A confusão envolvia pessoas que foram receber a primeira dose da vacina e outras que receberiam a segunda dose. Ninguém se entendia nem com relação ao imunizante a ser aplicado.
  • O governador Helder Barbalho formalizou parceria com o Unicef  para a promoção e garantia de direitos da criança e do adolescente através dos município.
  • A medida cria certo desconforto na Prefeitura de Belém que, como se sabe, virou as costas para esse segmento.
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  • O secretário de Meio Ambiente do Pará, Mauro O’ de Almeida (foto), anuncia a contratação, em breve, uma entidade para gerir o Fundo Amazônia Oriental.
  • O Fundo será um mecanismo financeiro público privado que irá gerir recursos de doação que o governo pretende receber para aplicar em políticas públicas.
  • Os 16 radares que passaram a operar para valer, segunda-feira, na BR-316, dizem mais do que controle de tráfego. Dizem que o caos no trânsito está institucionalizado.
  • O que não se consegue entender é a razão pela qual o governo do Estado, através do Detran, não se apresenta para evitar a confusão diária na rodovia. Parece proposital. E é.
  • Se a ordem é faturar, que seja, mas, faturar sem responsabilidade é assalto. O bom é que o problema atinge, além do cidadão comum, juízes e promotores. Bem feito.
  • A equipe da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica da Santa Casa foi homenageada, na última terça, por zerar o risco de infecção em maio.
  • O reconhecimento foi manifestado durante cerimônia organizada pela equipe de assistência da instituição, com o apoio da Assessoria de Controle de Infecção Hospitalar.
  • Chegou aos ouvidos do presidente Jair Bolsonaro a insatisfação da bancada mineira com a possibilidade de restrição do uso das águas do reservatório de Furnas.
  • O Ministério da Economia pode estabelecer uma faixa de isenção na tributação de dividendos. Outra possível mudança é aumentar o valor de isenção no IRPF, de R$ 1,9 mil para até R$ 2,4 mil.

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