A empresa Belém-Rio Segurança, contratada em setembro, teve que remanejar pessoal para outros postos para abrir espaço às decisões da Casa Civil do governo, a quem cabe indicar e contratar serviços de segurança para a Usina/Agência Pará.

Alguma coisa esquisita e não explicada andou acontecendo na Usina da Paz, instalada no bairro Icuí, em Ananindeua, região da Grande Belém. Assim: quando a Usina estava em construção, bancada como foi pela mineradora Vale – a mesma que está sob investigação em CPI na Assembleia Legislativa -, a empresa de engenharia Almar contratou a Sydde, empresa de segurança, para prestar serviços de vigilância na obra. Em setembro, a empresa Belém-Rio Segurança assumiu o serviço de vigilância patrimonial da Usina com um efetivo de 20 vigilantes. E então aconteceu: o pessoal foi remanejado para outros postos sob a alegação de que a segurança da Usina da Paz deve ser de indicação exclusiva da Casa Civil do governo. Nem a Vale, dona da obra, entendeu a manobra.

Policiais penais exigem fim
do “QI” no Sistema Penal

Policiais do Sistema Penal foram bater às portas do governo do Estado nesta semana cobrar – o envio e – a aprovação, pela Assembleia Legislativa, da Lei Orgânica da corporação. Eles denunciam que a atual administração do Sistema insiste em manter pessoal contratado como DAS em cargos de direção das casas penais, geralmente “pessoas sem formação jurídica” e que só ingressam no Sistema pelo QI, o famoso “quem indica”. O posicionamento dos policiais penais é pela manutenção de concursados que tenham formação jurídica e cursos na área. O governo prometeu analisar minuta do projeto de lei orgânica elaborada por advogados da categoria, mas não deu prazo para tal.

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