Moradores e visitantes enfrentam falta d’água em feriadão; pressão da demanda reacende debate sobre infraestrutura insuficiente.
uem escolheu Salinópolis - a conhecida Salinas - para aproveitar o feriado encontrou um problema que já virou rotina em períodos de alta: a falta de água. O episódio comprometeu o descanso de turistas, pressionou o comércio e voltou a escancarar a fragilidade do sistema de abastecimento em um dos principais destinos do litoral paraense.

O gargalo, segundo especialistas, está menos na disponibilidade de água e mais na capacidade de distribuição. Redes dimensionadas para o consumo regular acabam operando no limite durante picos sazonais. Além disso, fatores como infraestrutura envelhecida, perdas no sistema, falhas operacionais e oscilações de energia contribuem para agravar o cenário - criando um efeito em cadeia que resulta em torneiras secas justamente no momento de maior movimento.
A falta de água atinge diretamente a economia local. Hotéis, pousadas e restaurantes, que dependem de abastecimento contínuo, precisam recorrer a soluções emergenciais, como compra de água e uso de reservatórios, elevando custos e reduzindo a capacidade de atendimento.
Para os visitantes, o problema vai além do incômodo: compromete a experiência e pode pesar na escolha do destino em viagens futuras. Em uma cidade cuja economia gira em torno do turismo, o efeito é imediato.
O diagnóstico é conhecido: sem expansão da rede, modernização da infraestrutura e planejamento específico para alta temporada, o problema tende a se repetir. Investimentos em reservação, reforço de adutoras e gestão de demanda são apontados como caminhos para equilibrar o sistema. São medidas de médio e longo prazo, que exigem coordenação entre poder público e concessionária.
Enquanto isso, moradores e comerciantes seguem adotando medidas paliativas, como armazenamento próprio - solução que reduz o impacto imediato, mas não resolve a origem do problema.
O novo episódio em Salinas reforça um alerta antigo: destinos turísticos precisam ser planejados para os picos, não apenas para a média. Sem isso, o verão segue chegando - e a água, faltando em pleno inverno amazônico.

•O deputado federal Airton Faleiro (foto) mantém a duras penas sua incansável defesa de povos indígenas e da agricultura familiar, articulando vistorias técnicas para promover os assentamentos rurais no Estado.
•Explica-se: Faleiro, cuja família migrou para a região da Transamazônica na década de 1970, sempre esteve ligado à terra e conhece os problemas e dificuldades por que passam os pequenos produtores rurais.
•O deputado Amom Mandel colocou uma placa em seu gabinete informando que está "fechado para vereadores". Segundo o parlamentar, a medida é uma reação ao uso de recursos públicos por parlamentares municipais em visitas a Brasília sem agenda de trabalho.
•O ex-deputado Átila Lira publicou por engano uma imagem íntima nos stories do Instagram. O conteúdo ficou no ar por poucos minutos, mas foi o suficiente para circular fora da plataforma.
•Um encontro religioso com cerca de 300 jovens na Câmara Municipal de Belo Horizonte gerou críticas nas redes sobre o uso de espaço público.
•A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, sancionou lei que proíbe mulheres trans de utilizarem banheiros femininos em espaços públicos e privados da capital. Ao ser questionada, ela afirmou que "fez o óbvio" para defender os direitos das mulheres.
•A indústria quer adiar para depois da eleição a votação sobre o fim da escala 6x1. Em encontro com o presidente Hugo Motta, a CNI defendeu mais tempo para discutir impactos sobre custos, emprego e competitividade.
•Motta se comprometeu a levar as preocupações do setor à comissão especial criada para analisar o mérito da proposta na Câmara. Já o senador Cleitinho defende o fim da escala 6x1 e afirma que a redução da jornada não prejudica a economia.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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