Ao confirmar a escolha do eleitor, o aparelho eletrônico emitirá o som característico, só que mais longo, dando tempo para a conferência do voto. Uso de celulares na cabine segue proibido/Fotos: Divulgação.
 

A exemplo do que ocorreu no primeiro turno das eleições, os eleitores contarão com tempo extra para conferir o voto na urna eletrônica. Ao confirmar a escolha do eleitor, o aparelho emitirá o clássico som, mas por um período mais longo. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, a implementação desse tempo a mais na urna eletrônica tem o objetivo de estimular a conferência do voto e impedir que o eleitor confirme a sua escolha sem querer.

Segundo o TSE, além do título eleitoral ou do e-Título, outros documentos oficiais com foto serão aceitos como forma de comprovação da identidade da eleitora ou do eleitor no dia da votação. São eles:  carteira de identidade, identidade social, passaporte ou outro documento de valor legal equivalente, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação.

Não pode

Igualmente, como no primeiro turno, o eleitor não poderá entrar na cabine de votação com o celular. Também está proibido o transporte de armas e munições em todo o território nacional por colecionadores, atiradores e caçadores no dia da eleição, nas 24 horas que a antecedem e nas 24 horas após. Desde 15 de outubro, nenhum eleitor pode ser detido ou preso, salvo em flagrante delito, de acordo com Código Eleitoral. O objetivo da regra é assegurar o equilíbrio da disputa eleitoral e o pleno exercício das atividades de campanha, bem como evitar que prisões sejam utilizadas como estratégia para prejudicar algum concorrente. (Fonte: Agência Senado)