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Mais um caso

Três adolescentes são apreendidos suspeitos de arremessar cão do alto de prédio

Os nomes dos adolescentes não foram divulgados

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  • 13/02/26 22:00
Três adolescentes são apreendidos suspeitos de arremessar cão do alto de prédio

São Paulo, SP - Três adolescentes foram apreendidos na noite da quinta-feira, 12, por arremessarem um cão no rio e depois jogarem o animal do alto de um prédio em Itajaí, em Santa Catarina. A Guarda Municipal de Itajaí, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal na Rua Domingos Braz Sedez, no bairro Cordeiros.


De acordo com relatos de testemunhas, quatro adolescentes teriam arremessado o animal no rio e, posteriormente, levado o cão até um prédio abandonado nas proximidades, de onde o teriam lançado do alto da edificação. O animal não resistiu aos ferimentos e morreu.


Os três adolescentes foram localizados e encaminhados à delegacia. O Estadão não localizou a defesa dos suspeitos. Os nomes dos adolescentes não foram divulgados.


Cão Orelha e outros crimes contra animais


É ao menos o terceiro caso recente de ataques a cães. Nas últimas semanas, tais crimes foram registrados nos Estados do Paraná, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo e geraram indignação. Entre eles está o do cão Orelha, morto após ser agredido no Estado catarinense.


O cão comunitário Orelha, de 10 anos de idade, foi encontrado agonizando após ser agredido e precisou sofrer eutanásia devido à gravidade das lesões.


Segundo as investigações, Orelha não morreu após agressões cometidas por um grupo, como divulgado inicialmente. A apuração apontou que a morte do animal foi causada por um único adolescente, que chegou a viajar para os Estados Unidos em uma excursão escolar após o crime e retornou antecipadamente ao Brasil a pedido dos investigadores.


Após a repercussão do caso, manifestações ocorreram em quase todas as capitais do País para cobrar justiça e a responsabilização pela morte do pet.


Caramelo é outro cachorro comunitário que, segundo as investigações, foi agredido na mesma praia e no mesmo mês. Na ocasião, o animal sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral Ulisses Gabriel.


Foto: Divulgação

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Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.