A desincompatibilização do governador é ponto de virada de um ciclo político e o início, na prática, da disputa de 2026.
o deixar o cargo para concorrer ao Senado, o governador Helder Barbalho tenta transferir para as urnas o capital político acumulado na gestão, mas o movimento tem efeito colateral imediato: o Executivo estadual passa a operar também como engrenagem eleitoral, com parte da equipe migrando para o campo de disputa.

Quem assume é a vice-governadora Hana Ghassan, que se torna a segunda mulher a comandar o Estado. A posse garante continuidade administrativa, mas inaugura um teste delicado: o de exercer autoridade própria em um ambiente ainda fortemente influenciado pelo antecessor.
A mudança ocorre com um desembarque significativo de quadros. Secretários e dirigentes deixam o governo para disputar vagas na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa, compondo uma estratégia que prioriza volume e capilaridade eleitoral. Entre os nomes que buscam Brasília estão Cássio Andrade e Paulo Bengtson, ambos com algum lastro político e inserção em bases já consolidadas.
No plano estadual, o movimento é mais amplo e heterogêneo. Figuras como Úrsula Vidal, Vitor Dias e Nélio Aguiar ilustram a aposta em candidaturas de médio desempenho - perfis que, somados, ajudam a formar bancada e sustentação política.
Se por um lado há esvaziamento, por outro há blindagem. O núcleo estratégico da gestão foi mantido, com a permanência de nomes como Luiziel Guedes, Renê Souza Júnior e Adler Silveira. A leitura interna é clara: garantir governabilidade, preservar o ritmo da máquina e manter alinhamento político.
sse arranjo reforça a percepção de que Helder deixa o cargo, mas não se afasta do centro das decisões. A influência tende a permanecer, ainda que nos bastidores, enquanto o projeto ao Senado ganha tração.
Para Hana Ghassan, o desafio será equilibrar continuidade e comando. Governos de transição costumam enfrentar desgaste quando não conseguem afirmar liderança ou quando se limitam a reproduzir a gestão anterior. No cenário atual, a margem para erro é estreita.
O governo entra, oficialmente, em modo eleitoral. E o desempenho da máquina, a partir de agora, deixa de ser apenas indicador de gestão - passa a ser ativo direto de campanha.
A equação: se o governo mantiver estabilidade e entrega, Helder Barbalho chega fortalecido à disputa; se houver perda de controle, o custo político da transição recai sobre o próprio projeto.
Entre a continuidade e a autonomia, o novo governo começa sob observação permanente.

·Um grande shopping de Belém aboliu o uso do ticket de entrada. Agora, a placa do veículo fica gravada na câmera de segurança para pagamento na saída do cliente.
·Acontece que, e se um espertalhão usar a placa de um veículo para acessar o espaço, como fica - já que a documentação do veículo não é exigida? Isso não vai acabar bem.
·O publicitário Oswaldo Mendes (foto), de 97 anos e ainda em atividade na sua Mendes Comunicação, prepara o lançamento do livro “O sonho da Madison Avenue na Amazônia”, obra que resgata a trajetória da publicidade na Região Norte e os bastidores da criação da Mendes, primeira agência de propaganda da Amazônia.
·O lançamento acontece hoje, às 17h, na sede da Associação Comercial do Pará.
·Referência da comunicação na Amazônia, Mendes compartilha relatos que ajudam a entender a construção do mercado publicitário no Norte do País, além de destacar personagens e projetos que marcaram época.
·O jornalista paraense Evandro Pantoja está em Barretos, São Paulo, em tratamento paliativo, e precisa de um medicamento de alto custo que não é coberto pelo SUS.
·O tratamento é fundamental para manter a qualidade de vida do paciente e conter a evolução da doença.
·Uma vaquinha solidária corre na internet, autorizada pela família do jornalista: PIX é 6024725@vakinha.com.br
·O jornalista santareno Hélio Nogueira quebrou o silêncio após o TRF-1 manter a condenação dele por racismo contra indígenas e quilombolas. Em nota, ele chamou Ongs de “cancro endêmico” e negou a existência de indígenas no Planalto Santareno.
·A semana que passou foi complicadíssima para Lula em se tratando de tendências: tanto a plataforma Polymarket quanto a Kalshi - apostas de previsões - apontaram pela primeira vez a maior probabilidade de vitória de Flávio Bolsonaro, do PL, para presidente.
·Pelo menos nove novas tributações ou aumento de impostos do governo Lula contribuíram para arrancar R$1 trilhão do combalido bolso dos brasileiros neste ano.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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