Registro interno menciona assédio moral e questiona atuação de estagiário; direção e citados devem ser ouvidos.
m registro manuscrito em livro de ocorrências de um setor de recepção ligado à Polícia Científica do Pará descreve um desentendimento entre uma servidora e um estagiário de medicina durante plantão noturno. O relato, assinado por uma assistente administrativa, aponta dificuldade recorrente para acionar profissionais da Enfermagem e narra a intervenção do estagiário na rotina do turno.

Segundo o documento, o estagiário teria orientado a servidora a procurar o setor de recursos humanos para solicitar transferência do turno noturno para o diurno, além de mencionar que encaminharia “reclamação” sobre a conduta dela. A autora do registro classifica a abordagem como inadequada e afirma ter se sentido alvo de assédio moral.
O texto também questiona a legitimidade da atuação do estagiário dentro da unidade, sustentando que ele não poderia se dirigir à servidora na forma descrita. Em um dos trechos, a autora levanta, como interpretação pessoal, a hipótese de exercício ilegal da medicina, o que, por si só, demanda verificação técnica e jurídica antes de qualquer conclusão.
O registro afirma que os fatos teriam sido captados por câmeras da recepção, o que, se confirmado, pode fornecer elemento objetivo para esclarecer a dinâmica do episódio - horários, falas e condutas de cada envolvido.
Duas funcionárias são mencionadas como presentes no momento do ocorrido, o que amplia a possibilidade de reconstrução dos fatos por meio de versões independentes. Contudo, não há, até o momento, confirmação oficial sobre abertura de procedimento interno nem posicionamento da direção da unidade. Também não foi localizada, nesta etapa, manifestação do estagiário citado.
A coluna não conseguiu contato - como nas vezes anteriores – com a direção do Instituto, mas o espaço segue aberto a esclarecimentos. A instituição deveria informar se houve apuração, quais são os protocolos para atuação de estagiários em plantão e como se dá a mediação de conflitos entre equipes.

•Criada no governo Médici, em 1972, a Embrapa comemora 53 anos com conquistas e avanços que fazem do Brasil o famoso celeiro do mundo.
•Os 43 Centros de Pesquisa espalhados pelo Brasil, inclusive no Pará, mostram sua grandeza na linha de frente em tecnologia, sustentabilidade, produtividade e inovação, atendendo ao agronegócio e à agricultura familiar, responsável por 70% dos alimentos na mesa dos brasileiros.
•No Pará, a Embrapa está presente na melhoria da produção do açaí, recuperação de áreas degradadas, restauração florestal com foco na bioeconomia, e na tecnologia de baixa emissão de carbono.
•O deputado federal Airton Faleiro (foto), que desenvolve agricultura familiar na Transamazônica, parabenizou a empresa responsável pelo crescimento agropecuário no País, que alcançou maior produtividade nas últimas décadas.
•Além da primeira sessão conjunta do ano para analisar o veto ao PL da Dosimetria, o Senado analisa nesta semana a indicação de Jorge Messias para o STF e a Câmara deve instalar a comissão especial para discutir o fim da escala de trabalho 6x1.
•A semana no Congresso reúne três frentes que dizem muito sobre o momento político: o veto da dosimetria, que mede forças entre governo e oposição; a sabatina de Jorge Messias, que testa o ambiente no Senado para o STF; e o início do debate da escala 6x1, que exige negociação fina.
•Os temas são distintos, mas todos dependem menos do texto e mais da capacidade de articulação. Em ano pré-eleitoral, não é só o mérito que entra em votação - é o peso político de cada movimento.
•Paulo Abi-Ackel apresentou projeto de lei que insere na Lei de Execuções Penais as regras de progressão de regime instituídas na nova Lei Raul Jungmann.
•O objetivo, segundo o parlamentar, é evitar que uma eventual derrubada do veto do PL da Dosimetria possa beneficiar criminosos comuns.
•Autor de uma das PECs sobre o fim da escala 6x1, o senador Paulo Paim afirmou que qualquer proposta para reduzir a jornada tende a beneficiar os trabalhadores.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
ALina Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Rlex Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip commodo.
Roboto Alex
21 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.