O modelo de inscrição adotado pela secretaria que deveria ser abrigo para quem demanda vaga no mercado de trabalho acabou deixando muitos candidatos de fora da seleção por conta de exigências extremas e prazos exíguos/Agência Pará
 

Se não é ironia, parece. A coluna recebeu, nos últimos dois dias, muitas reclamações de candidatos às vagas ofertadas no processo seletivo simplificado da Secretaria de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda, a Seaster,  quanto à complexidade do processo de inscrição, que ocorreu no modo 100% online, teve prazo de apenas 48 horas e disponibilizou uma plataforma congestionada para inscrições, com a obrigatoriedade de anexar uma infindável lista de documentos digitados – alguns absolutamente desnecessários. “Até parece proposital; justamente para desestimular a concorrência”, disse candidato a uma das vagas de Enfermagem. “Olha, acabei desistindo, porque minha escola exigiu 72 horas para emitir meu certificado de conclusão” – acrescenta outro.

“Por um pagam todos”
é a regra em praça pública

Os artesãos da Praça da República estão por aqui com a Prefeitura de Belém. Eles contam que, aos finais de semana, sobretudo aos domingos, a invasão dos camelôs tem prejudicado o faturamento. Os ambulantes estacionam no espaço de circulação e vendem “de um tudo”: de acessórios para celular a suco de laranja, oferecido em um barulhento carrinho motorizado. O que se diz é que o presidente da Associação dos Artesãos, Gilson “Tic Tac”, faz vistas grossas para não colidir com o prefeito Edmilson Rodrigues.

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