Parapaz

Fundação contrata três

empresas para executar

os mesmos serviços

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Segunda-feira, 7 de junho de 2021

A Fundação Parapaz (foto) contratou por mais de R$ 1,6 milhão a empresa Parafrios Refrigeração, Comércio e Serviços Ltda. para a prestação de serviços de manutenção de ar-condicionado, instalação, desinstalação e reinstalação e de fornecimento de condicionadores de ar a serem instalados em suas dependências. Estranho é que na sequência do contrato 05/2021, a Fundação contratou mais duas empresas para fornecimento dos mesmos serviços, praticamente.

“Pira paz”

O Grupo Nordeste Refrigeração e a empresa Tam Comério de Peças e Serviços de Refrigeração também entraram no negócio, através dos contratos de números 06 e 07/2021. Ambas irão fornecer serviços de instalação, desinstalação, reinstalação e fornecimento de aparelhos de ar-condicionado para o mesmo prédio da Fundação. Os servidores escolhidos como fiscal e suplente também são os mesmos para esses e outros contratos, quer dizer, empesas brincam de pira no Parapaz.

Dá cá

XxDizem que o PT não vai deixar barato o apoio emprestado ao governador Helder Barbalho (foto) com vistas às eleições do ano que vem. Helder dá como praticamente certa sua reeleição. Detentor de 25% do eleitorado no Estado e surfando na quase certa  candidatura de Lula a presidente, o partido, que já teve maioria na Assembleia Legislativa e boa parte dos prefeitos do interior quer voltar ao topo.

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Toma lá

Os candidatos dos partidos coligados, por sua vez, temem o poder de voto da legenda e pedem mais apoio de Helder para enfrentar o que um dia foi chamado de “onda vermelha”. Helder, que tem candidatos para todos os cargos, inclusive ao Senado, já acenou: quem for forte que se faça; quem for fraco, se arrebente.

Peso da balança

Imbróglio de mais de 15 anos se arrasta na 4ª Região Agrária da Defensoria Pública do Pará, com base em Altamira, sem prazo de conclusão a vista, envolvendo a Agropecuária Nova Invernada e um grupo de invasores acusados pela empresa de ocupar e explorar irregularmente a área e de descumprir, sistematicamente, decisões judiciais no município de Uruará, na Transamazônica. Até agora, a balança pende para o lado dos invasores, por conta da Defensoria.

Eles contra nós

 A empresa relata que teve suas terras invadidas, apesar de ser considerada uma das mais eficientes e prósperas do País, com terras adquiridas junto ao Incra. Trata-se de empreendimento produtivo e especializado em melhoramento genético, mas, pelo visto, não reconhecido pela Defensoria, para quem “não há desmatamento irregular” nem “invasores” na área, mas, “trabalhadores e trabalhadoras”.

Vai da valsa

Em nota, a Defensoria destaca que os trabalhadores e as trabalhadoras formam uma comunidade produtiva, uma vez que vendem sua produção no comércio de Uruará e aguardam a criação de assentamento do Incra “para terem a segurança jurídica da terra”. E mais: qualquer decisão sobre o caso caberá “ao juízo agrário, com base nas provas dos autos das três ações que envolvem as áreas” e seguem sem sentença.

A origem

O jornal “Daly Mail” publicou reportagem que confirma que o novo coronavírus seria resultado de experimento de manipulação em instituto chinês da cidade de Wuhan. Segundo o jornal, o vírus começou a ser manipulado em 2002, quando recebeu proteína de um morcego da espécie “ferradura”, resultando em um novo patógeno, façanha atribuída à pesquisadora Shi Zhengli, do Institute of Virology, e ao epidemiologista americano Ralph Baric, da Universidade da Carolina do Norte. 

Vírus financiado

Os autores da pesquisa disseram ao jornal inglês que receberam financiamento dos institutos nacionais de Saúde dos Estados Unidos e da EcoHealth Alliance, organização sem fins lucrativos com sede em Nova York, que dividiu o dinheiro doado da Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA. Em abril de 2020, sob pressão da mídia americana, o presidente Donald Trump teria ordenado que a concessão para a EcoHealth Alliance fosse encerrada.

Quem avisa

O vírus se tornou público em artigo científico de 2015, publicado no jornal “Nature Medicine” sob o título “Um grupo semelhante à Sars de coronavírus de morcego circulante mostra potencial para emergência humana”. No artigo, os próprios pesquisadores alertavam as autoridades sobre os riscos da experiência. Cada vez mais, a possibilidade de o vírus ter vazado do laboratório em Wuhan ganha corpo. 

  • Quem passa pelo Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, não tem como não ficar espantado com as restrições a voos nacionais e internacionais motivadas pela pandemia.
  • O ambiente anda fantasmagórico por lá e o que se diz é que até as lanchonetes se foram por falta de clientes. A isso se dá o nome de isolamento social forçado.
  • A R3 Comunicação, que tem à frente Reginaldo Ramos, estreou ontem, na RBATV, o projeto AgroAmazônia, que busca mostrar a força que vêm do campo no Estado do Pará. 
  • O presidente do CRA-Pará, Fábio Lúcio Costa (foto), irá a Brasília participar, dias 10 e 11 agora, do 2o. Fórum de Presidentes, no Conselho Federal de Administração.
  • Fábio Lúcio fará pequena apresentação do trabalho de sua equipe frente ao Conselho com vistas resgatar a imagem e a valorização dos profissionais da classe no Pará. 
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  • O Conselho Regional de Administração reúne conselheiros regionais e colaboradores no próximo dia 18 para discutir a montagem de planejamento estratégico, fato inédito no Pará.
  • Além da construção da sede da subseção de Itaituba e da nova fachada da Subseccional santarena, cujo nome homenageará o ex-presidente Ubirajara Bentes de Souza Filho, a OAB-PA reforma e amplia a sede da instituição em Ananindeua.
  • O espaço ganhará nova fachada e sala de reunião. Durante a obra, o setor administrativo da Ordem funciona provisoriamente na Sala da OAB no Fórum Trabalhista de Ananindeua.
  • Termo de Compromisso Ambiental firmado entre a Norte Energia, concessionária da Usina Hidrelétrica Belo Monte, e o Ibama vai desenvolver dois projetos inovadores na área da biodiversidade na região do Médio Xingu.
  • Um deles contempla a construção de um laboratório para o desenvolvimento de protocolos de reprodução de peixes das espécies tucunaré e pacu. Outro é focado na restauração ecológica. Juntos, os projetos têm investimentos de R$ 16 milhões.

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