Pelo menos 72 pessoas ficaram feridas e outras 300 seguem desaparecidas
São Paulo, SP - Subiu para 94 o número de mortos no incêndio de grandes proporções que consume desde quarta-feira, 26, vários prédios de um complexo residencial no distrito de Tai Po, no norte de Hong Kong.
Pelo menos 72 pessoas ficaram feridas, enquanto 300 estão desaparecidas.
Em entrevista coletiva, John Lee, chefe-executivo de Hong Kong, afirmou que o governo criará um fundo de 38,57 milhões de dólares para auxiliar os moradores de conjuntos habitacionais.
Segundo Lee, o departamento de desenvolvimento da cidade voltou a discutir a possibilidade de substituir os andaimes de bambu por estruturas de metal ou aço.
O secretário-chefe de Hong Kong, Eric Chan, afirmou que a cidade fará a transição de andaimes de bambu para andaimes de aço após a tragédia.
Todavia, ele não forneceu detalhes sobre como a substituição acontecerá.
Além disso, os órgãos reguladores de Hong Kong exigirão que todos os canteiros de obras apresentem relatórios sobre suas redes de andaimes até a próxima semana.
A estimativa é que mais de 100 canteiros de obras estejam em atividade.
Andaimes de bambu
O complexo residencial Wang Fuk Court é composto por oito blocos, com cerca de 2 mil unidades habitacionais. Como o conjunto habitacional estava em reforma, andaimes de bambu do lado de fora de várias torres pegaram fogo.
Embora o governo local venha tentando eliminá-los, os andaimes de bambu ainda são comuns em projetos de construção e reforma em Hong Kong. Alegando questões de segurança, o governo local anunciou no início do ano que 50% das obras de construção pública seriam obrigadas a utilizar estruturas metálicas.
Contudo, em julho, o secretário do Trabalho e Bem-Estar Social de Hong Kong, Chris Sun, disse à Assembleia Legislativa que o governo não possuía planos de proibir o uso de andaimes de bambu “neste momento”.
As causas do incêndio
As autoridades de Hong Kong ainda investigam as causas do incêndio no complexo residencial Wang Fuk Court. Segundo a polícia, a construtora Prestige Construction and Engineering Company Limited teria sido “extremamente negligente” e utilizado materiais inseguros na reforma.
“Temos motivos para acreditar que os responsáveis da empresa foram extremamente negligentes, o que levou a este acidente e fez com que o incêndio se alastrasse descontroladamente, resultando em um grande número de vítimas”, disse a superintendente de polícia Eileen Chung.
Dois diretores e um consultor de engenharia da empresa foram presos sob suspeita de homicídio culposo pelo incêndio.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
(Com O Antagonista)
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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