Movimentações de última hora, pressão nacional e indefinições partidárias embaralham a disputa pela segunda vaga.
om o calendário eleitoral avançando, o País entra em uma semana-chave que deve redefinir alianças e consolidar candidaturas. No Pará, os bastidores fervem às proximidades de datas como o dia 4 de abril, que marca o prazo final para filiações partidárias. Dois dias antes, a vice-governadora Hana Ghassan assume o governo do Pará com a saída de Helder Barbalho, que se lança à disputa por uma das vagas ao Senado.

Favorito nas pesquisas, Helder trabalha não apenas para garantir sua eleição, mas para viabilizar a segunda vaga com Chicão Melo, presidente da Assembleia Legislativa. O problema é que, até aqui, o cenário paraense está completamente embaralhado para esta vaga.
Nomes como Zequinha Marinho e Celso Sabino aparecem em empate técnico, mas a entrada de Éder Mauro altera o equilíbrio: ele passa a liderar por margem estreita, reforçado pela pressão do presidenciável Flávio Bolsonaro para consolidar um palanque competitivo no Estado contra a reeleição de Lula.
Esse movimento cria um paradoxo político: ao tentar organizar sua própria base e fortalecer um nome aliado, Helder pode, na prática, impulsionar o campo adversário. Essa leitura já circula em Brasília, onde interlocutores do governo federal veem risco de fragmentação e alertam para o desafio de enfrentar, mais uma vez, um eleitorado altamente polarizado.
Nesse cenário de incertezas aparece o ex-ministro do Turismo. Mesmo sem partido desde dezembro, Sabino manteve crescimento estável nas sondagens do Instituto Paraná Pesquisas. A ausência de legenda, antes interpretada como fragilidade, virou ativo nessa reta final. Avaliações apontam que, em tese, o quadro amplia sua margem de negociação, embora as janelas possíveis estejam se fechando.
Fonte ligada à política local reforça que com Helder isolado na liderança apontada nas pesquisas, a corrida real se concentra na segunda cadeira - e nela, mais do que estrutura, pesam timing, articulação e capacidade de leitura do cenário.

·O ministro Kássio Nunes Marques (foto) assumirá a presidência do Tribunal Superior Eleitoral no lugar de Cármen Lúcia no fim de maio. O ministro André Mendonça ficará na vice-presidência.
·Será a primeira vez que dois ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal estarão, ao mesmo tempo, à frente da corte eleitoral. O mandato começará em 16 de agosto.
·A Páscoa deve impulsionar o consumo de peixes em até 30% no Brasil, com destaque para a tilápia, cujas vendas devem alcançar 2.400 toneladas no período.
·No Pará, os bagres migratórios como a piramutaba e a dourada continuam sendo os "queridinhos", em sua maior parte comercializados no sem controle sanitário.
·A elevação do IPCA-15 em 0,44% acendeu muito mais do que simples preocupação na alta cúpula governista.
·É que esse índice não incorporou ainda a incontrolável alta nos preços do diesel, gasolina e gás natural.
·Ou seja, em pleno curso da campanha eleitoral o "grosso" nem chegou ainda, para o barulho ensurdecedor da oposição.
·Para surpresa de quase ninguém, metade dos brasileiros (47%) considera o STF “totalmente envolvido” no caso Master, diz pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada ontem.
·Bem resumiu a situação o jornalista Cláudio Humberto: "as críticas do STF no enterro da CPMI do INSS lembram roteiro para ‘descondenações’ na Lava Jato".
·Coincidência ou não, o fato é que a plataforma de previsões e apostas Polymarket acusou ontem, pela primeira vez, a virada de Flávio Bolsonaro (42,5%) na eleição presidencial deste ano contra o petista Lula (42%).
·Nunes Marques, que votou para encerrar a CPMI do INSS, é quem vai relator o novo pedido para forçar uma CPI do Master no STF, que já barrou uma tentativa anterior, em decisão do ministro Cristiano Zanin.
·A exportação de barbatana de tubarão-azul, muito apreciada pelo mercado asiático, usadas em preparos de sopas, foi proibida no Brasil por Instrução normativa do Ibama.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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