Influenciadores, cantores gospel e lideranças religiosas impulsionam campanha nas redes contra o presidente, aponta pesquisa.
maior resistência ao terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem do eleitorado evangélico. Dados da AtlasIntel-Bloomberg divulgados no fim do primeiro trimestre mostram que a desaprovação ao governo nesse segmento chegou a 85,5%, consolidando um distanciamento político que acompanha Lula desde o início da atual gestão.

Entre os evangélicos, porém, o quadro é mais profundo e contínuo. O grupo, estimado em mais de 50 milhões de brasileiros - cerca de 30% da população -, tornou-se um dos principais polos de resistência ao petista e às pautas associadas aos setores progressistas.
Desde a divulgação dos levantamentos, lideranças religiosas, influenciadores digitais, cantores gospel e fiéis passaram a impulsionar uma campanha nas redes sociais para ampliar o desgaste do presidente junto ao segmento. As publicações acusam a esquerda de confrontar valores cristãos e defendem uma espécie de “boicote político” ao lulopetismo.
A mobilização ganhou força principalmente em plataformas de vídeo curto e aplicativos de mensagens, onde conteúdos religiosos e políticos passaram a circular de forma combinada. Em muitos casos, as postagens associam o governo federal a pautas morais rejeitadas pelo público conservador, reforçando um ambiente de rejeição permanente.
O afastamento entre Lula e parte expressiva do eleitorado evangélico não é recente. Desde a campanha presidencial de 2022, o PT enfrenta dificuldades para penetrar em igrejas e grupos religiosos mais conservadores, historicamente mais inclinados a candidatos de direita ou de centro-direita.
Analistas políticos avaliam que o problema deixou de ser apenas eleitoral e passou a ter dimensão cultural. A percepção de conflito entre valores religiosos e agendas defendidas por setores da esquerda acabou criando uma barreira de difícil reversão no curto prazo.
Nos bastidores do governo, auxiliares reconhecem que a relação com o segmento segue delicada, especialmente diante do crescimento da influência evangélica nas periferias urbanas e no ambiente digital.
A situação ganhou novo desgaste após o desfile da Acadêmicos de Niterói no Sambódromo. Uma das alas da escola criticava a defesa da família tradicional conservadora. Como Lula era o homenageado do samba-enredo, setores evangélicos passaram a associar o episódio diretamente ao presidente, ampliando a repercussão negativa nas redes.
O alerta no Planalto é evidente. Além de representar um dos grupos religiosos que mais crescem no país, o eleitorado evangélico hoje exerce influência direta no debate público, no comportamento digital e, principalmente, nas urnas.

•O deputado federal Joaquim Passarinho (foto) incorporou um novo elemento às discussões da redução da escala 6x1. Líder da comissão especial que vai discutir o mérito da proposta, Passarinho prefere que se fale em redução de jornada, não de escala.
•Para o parlamentar, a questão está além da semântica. Quando se fala em escala trabalhista, o debate é sobre a quantidade de dias trabalhados: 6x1 – seis dias de trabalho e um de descanso -, ou 5x2 - cinco dias trabalhados e dois de descanso, por exemplo.
•Já ao se debater a jornada do trabalhador, é mais vantajoso para as empresas, porque se abre a possibilidade de discussão de horas de trabalho dentro dos dias, conforme a legislação atual.
•Haverá punições a depredadores da USP, tal qual no 8 de janeiro? pergunta Deltan Dallagnol. Ou seja: "a regra que vale para a direita, vale também para a esquerda, a cor da bandeira isenta de punição?”
•Terminou tremendamente enrolada a primeira semana do “Desenrola 2.0”, mais um programa caça-votos do governo, que libera parte do FGTS do trabalhador para quitar dívidas com os super bancos.
•Com a PL da dosimetria promulgada pelo Senado, a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro deve cair para dois anos e quatro meses, diz Paulinho da Força.
•A Câmara aprovou a Medida Provisória prevendo renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação para os inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores.
•Acredite, o Senado aprovou o projeto que acaba com chocolate amargo e meio amargo no Brasil, ao mudar as regras de rotulagem do produto.
•Pela nova regra, os produtos passarão a destacar diretamente o percentual de cacau, substituindo termos tradicionais usados há décadas pela indústria.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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