Santarém, Marabá, Carajás e Altamira entram na fase pesada de obras; investimentos fazem parte do pacote de R$ 5,7 bilhões.
Pará volta ao centro do mapa da infraestrutura aeroportuária do País. Dos 11 aeroportos administrados pela empresa espanhola Aena que receberam aval do BNDES para um mega-pacote de investimentos, quatro estão em solo paraense - Santarém, Marabá, Carajás e Altamira. Trata-se da maior ofensiva recente para tirar do papel a modernização dos terminais regionais do Estado, historicamente marcados por limitações operacionais, gargalos estruturais e demanda crescente.

A Fase I-B da concessão prevê obras profundas para adequar os terminais às especificações mínimas de infraestrutura, ampliar capacidade e elevar padrões de segurança, eficiência e conforto.

O pacote também tem potencial de virar emprego e renda: a estimativa é de mais de 2 mil vagas diretas e indiretas durante a implantação, além de 700 postos permanentes após a conclusão. No Pará, onde os quatro aeroportos sustentam cadeias econômicas distintas - turismo, mineração, serviços e energia - o impacto tende a ser rápido e perceptível.
O governo federal comemora o alcance regional das obras. “O número de passageiros cresce com a economia, e precisamos garantir qualidade e conforto nos aeroportos”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, lembrando que os terminais da Aena movimentaram 27,5 milhões de pessoas em 2024.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, reforçou que o investimento dialoga com outras políticas do governo para impulsionar o setor, como o FNAC e incentivos fiscais via REID.
O BNDES estruturou a operação como project finance non-recourse, em que o pagamento da dívida é garantido pelas receitas futuras da concessão - mecanismo comum em grandes projetos de infraestrutura, mas ainda pouco utilizado no Brasil. A novidade é a possibilidade de repricing: após a entrega das obras, a Aena pode refinanciar a dívida em condições potencialmente melhores, reduzindo custos e eliminando riscos de rolagem.
Para a operadora, é passo estratégico. “Queremos entregar aeroportos mais modernos, eficientes e seguros, apoiando o crescimento das regiões onde atuamos”, afirmou Rodrigo Rosa, diretor econômico-financeiro.
A modernização dos quatro aeroportos acontece em momento crucial para o Estado, que se prepara para demandas crescentes ligadas a turismo, integração regional, atividade mineral, retomada de grandes obras e circulação de passageiros na Amazônia. Aena e BNDES, ao destravar o ciclo de investimentos, reposicionam o Pará no mapa da aviação civil - e entregam ao Estado a chance real de superar anos de infraestrutura defasada.

•A classe dos Peritos Oficiais do Pará - peritos criminais e médicos legistas - deve comunicar oficialmente que entrará em greve. O motivo, segundo a categoria, é que teriam sido novamente “enganados” pelo governo do Estado.
•Antes da COP30, a Seplad firmou acordo com a categoria comprometendo-se a enviar o Projeto de Cargos, Carreiras e Remunerações após o encerramento do evento.
•No entanto, em reunião ontem, terça-feira, 2, com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão Melo (foto), os representantes foram informados de que o projeto ainda não chegou à Casa.
•O próprio presidente telefonou ao secretário de Segurança para questionar a situação. Sendo informado de que o PCCR está finalizado, ajustado e com parecer da Seplad.
•Faltaria apenas a assinatura e o envio pela secretária da pasta. O impacto financeiro é considerado mínimo: envolve apenas cerca de 300 servidores.
•É falso o áudio que circula nas redes sociais afirmando que o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, determinou a suspensão da contratação de novos empréstimos consignados.
•A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado finalmente aprovou o projeto que amplia impostos das bets e fintechs para 18% nos jogos online. O Ministério da Fazenda não gostou nada.
•A Câmara, por sua vez, aprovou a PEC isentando de IPVA veículos com mais de 20 anos. Já aprovada em dois turnos no Senado, a proposta seguiu ontem mesmo à promulgação.
•O Ministério da Saúde começou a distribuir a vacina contra o vírus sincicial respiratório, de olho nos casos de bronquiolite em recém-nascidos, comuns nesse período do ano.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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