Feira da Indústria começa com programação ampliada, rodada de negócios, inteligência artificial, bioeconomia e atrações culturais.
versão deste ano da feira promete transformar a capital do Pará em um grande centro de debates sobre indústria, tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento econômico da Amazônia. Realizada no Hangar, o evento chega maior, mais diversificado e cercado de expectativas do setor produtivo.

Com o tema “Amazônia: raiz do futuro”, a Fipa 2026 consolida o evento como principal encontro industrial da Região Norte e uma das maiores vitrines de negócios, inovação e bioeconomia do País. A expectativa da organização é receber mais de 30 mil visitantes e cerca de 1,5 mil participantes no congresso técnico.
A feira reunirá aproximadamente 100 expositores entre empresas paraenses, nacionais e multinacionais, além de espaços temáticos, experiências tecnológicas, ambientes de capacitação profissional, atrações culturais e rodadas de negócios voltadas à expansão do mercado amazônico.
Segundo o presidente do Sistema Fiepa, Alex Carvalho, a proposta da edição deste ano é reforçar a imagem da Amazônia como território estratégico para uma nova agenda industrial baseada em inovação, sustentabilidade e valorização das potencialidades regionais.
A Fipa é um ambiente de conexão entre indústria, conhecimento, inovação e pessoas. É um espaço que apresenta soluções, fortalece negócios e mostra que a Amazônia pode ser protagonista de uma economia moderna, sustentável e competitiva”, afirmou.
Um dos indicadores mais observados pela organização envolve a renovação do ambiente empresarial da feira. Nesta edição, 44% dos expositores participam pela primeira vez da programação, movimento interpretado como reflexo do crescimento do interesse econômico em torno do Pará e das oportunidades ligadas à chamada nova economia amazônica.
O evento ocorre em um momento em que Belém amplia sua projeção nacional e internacional em razão dos debates ambientais, energéticos e climáticos ligados à preparação para a COP30.
Na avaliação de empresários do setor, a feira passou a funcionar também como uma espécie de termômetro sobre os rumos econômicos da Amazônia, especialmente em segmentos ligados à mineração, transição energética, logística, tecnologia, bioeconomia e infraestrutura.
Além da área principal de exposições, a programação contará com ambientes especializados voltados à conexão entre empresas, fornecedores, investidores, instituições financeiras, startups, estudantes e centros de pesquisa.
Entre os novos espaços da programação está o hub do Sistema Financeiro, coordenado pelo Núcleo de Acesso ao Crédito da Fiepa. O ambiente reunirá bancos e instituições financeiras com foco em linhas de crédito, financiamento e operações de câmbio destinadas ao setor produtivo.
A proposta é aproximar empresários de oportunidades concretas de investimento e expansão industrial em um cenário de crescimento econômico regional.
Outro destaque será o hub do Brasil Mais Produtivo, dedicado à apresentação de empresas paraenses que conseguiram ampliar produtividade, reduzir custos e melhorar resultados com apoio técnico do Senai. O espaço funcionará ainda como ambiente de networking e troca de experiências entre empresários e especialistas em competitividade industrial.
Já o espaço Made in Pará, um dos mais visitados das últimas edições, retorna reunindo pequenas e médias indústrias que utilizam matérias-primas amazônicas para desenvolver produtos sustentáveis e de alto valor agregado.
O ambiente apresentará jóias, cosméticos, alimentos, bebidas e produtos derivados da biodiversidade regional, reforçando o potencial da bioeconomia como alternativa econômica para a Amazônia.
A edição de 2026 também aposta fortemente em tecnologia, formação profissional e integração da juventude ao mercado industrial. Uma das novidades é a criação da Arena da Juventude, espaço voltado à empregabilidade, inovação e educação tecnológica, reunindo iniciativas do Sesi, Senai e Iel. O ambiente contará com experiências interativas, atividades de robótica educacional, demonstrações tecnológicas e oportunidades de cadastro para vagas de estágio e emprego.
Entre os destaques estará o Sesi Lab itinerante, projeto nacional que une ciência, arte e tecnologia em módulos imersivos gratuitos. A programação também inclui apresentações das equipes Paratech FTC e FRC, da Escola Sesi Belém, em competições de robótica educacional ligadas às categorias First Robotics Competition e First Tech Challenge.
Outro momento aguardado será o Grand Prix Senai de Inovação, competição de 24 horas em que participantes desenvolvem soluções para desafios reais da indústria.
Já o Talent Day, promovido pelo Iel Pará no dia 22 de maio, pretende aproximar jovens profissionais das demandas do mercado industrial.
Nos dias 21 e 22 de maio, o Congresso Técnico reunirá especialistas, pesquisadores, empresários e representantes da indústria em debates sobre liderança, inteligência artificial, sustentabilidade, minerais críticos, competitividade e transição energética.
Entre os nomes confirmados estão o filósofo Luiz Felipe Pondé, que ministrará palestra sobre liderança e protagonismo; o pesquisador Paulo Andrade, com exposição sobre inteligência artificial generativa e produtividade empresarial; e o economista Alexa.
•A Fundação Cultural do Pará volta à berlinda com a divulgação dos shows superfaturados contratados pela instituição.
• Na terça-feira, 19, às 20h30, haverá uma reunião emergencial de servidores da FCP para tratar sobre o assunto.
•O perfil que estava fazendo denúncias sobre os problemas na FCP, o do jornalista Adriano Wilkson, também foi retirado do ar, mas voltou.
•O jornalista voltou a fazer sérias denúncias sobre os contratos da Fundação: são shows com valores acima de R$ 100 mil, mas que aparecem bem modestos na estrutura e sempre contratados pela empresa Tribus Criativa.
•A Tribus pertence a uma ex-servidora da própria FCP, onde ela trabalhou durante 11 anos. Os mais recentes projetos da FCP, como o “Chuva das Duas”, que custou R$ 250 mil, foi realizado a partir de emenda do deputado Eraldo Pimenta, do MDB, e o “Música no Interior”, por Fábio Freitas, do Republicanos, os dois da base do governo.
•Desde esta terça-feira, 19, até o dia 25 próximo, a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré estará em São Paulo, na comunidade Mar a Dentro, de onde parte para visitar diversas paróquias da capital.
•O instituto federal do Pará, Campus Belém, recebeu a visita de um ex-aluno que hoje é professor doutor. Leonardo Santos é oficial do Corpo de Bombeiros, e foi visitar o também professor Laércio Gomes.
•Ao entrar, o ex-aluno não se conteve: “Faz parte do Instituto a palavra tecnologia, mas nunca havia visto um robô andando pelos corredores. Agora, já tem até drone feito de miriti”.
•Nesta sexta-feira, às 19h30, na Academia Paraense de Letras, acontece a cerimônia de posse dos 14 acadêmicos - membros efetivos e honorários que completam o sodalício da Academia de Letras e Artes da Polícia Militar.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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