Marcos Pollon defende que o benefício pode garantir legítima defesa e integridade física destes profissionais
São Paulo, SP - Em meio ao debate sobre segurança pública, o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) apresentou nesta terça-feira, 11, dois projetos de lei para conceder porte de arma de fogo a médicos e professores. Pollon afirma que a medida visa garantir o direito à legítima defesa e a integridade física desses profissionais.
De acordo com o texto, a concessão do porte seria feita pela Polícia Federal e teria validade nacional por cinco anos, renovável mediante nova comprovação de idoneidade e do exercício regular da profissão.
No caso dos professores, o porte valeria tanto para docentes da rede pública quanto da rede privada. Para conseguir o benefício, o professor precisaria comprovar vínculo ativo com instituição de ensino registrada no Ministério da Educação (MEC), apresentar certidões negativas criminais, comprovar residência fixa e demonstrar aptidão psicológica e capacidade técnica para o uso de arma de fogo.
Já para os médicos, o profissional precisaria comprovar inscrição ativa no Conselho Regional de Medicina (CRM), atuação em unidade de saúde pública ou privada, certidões negativas criminais, residência fixa e aptidão psicológica e técnica para o manuseio da arma.
Deputado nega que porte de arma a professores aumentará insegurança em escolas
Na justificativa, Pollon afirma que a proposta “não busca transformar escolas em ambientes armados, mas sim garantir ao docente o mesmo direito de autodefesa já reconhecido a outras categorias”.
“É importante frisar que esta proposta não incentiva o confronto, mas a proteção. O professor que se desloca diariamente por áreas de risco, muitas vezes em horários noturnos e com baixo suporte policial, deve ter o direito de defender sua própria vida”, declarou o parlamentar no projeto.
Já em relação aos médicos, ele reforça que a medida visa resguardar a vida dos profissionais da área em todo o país.
Atualmente, Pollon é alvo de processos no Conselho de Ética da Câmara sob a acusação de ter participado daquele motim que resultou na obstrução dos trabalhos da Casa por integrantes da bancada bolsonarista. O motim só acabou após intervenção do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL).
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
(Com O Antagonista)
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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