As escolas Xodó da Nega e Deixa Falar foram rebaixadas e, no próximo ano, desfilam ao lado das agremiações do segundo grupo
Belém, PA - A Escola de Samba Bole-Bole é a grande campeã do Carnaval 2026! A consagração veio após a apuração das notas do Grupo Especial, realizada na noite dessa terça-feira, 3, na Aldeia Amazônica. Com o resultado, a agremiação conquistou o tetracampeonato do Carnaval belenense.
As escolas Xodó da Nega e Deixa Falar foram rebaixadas e, no próximo ano, desfilam ao lado das agremiações do segundo grupo. Os desfiles das escolas de samba de Belém e a apuração integram a programação do CarnaBelém 2026.
Os jurados avaliaram os quesitos bateria, enredo, samba-enredo, alegoria, fantasia, evolução, harmonia, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira, além de porta-estandarte. A Bole-Bole arrancou nota dez em quase todos os quesitos.
Enredo
A escola campeã levou para a avenida o samba-enredo “Mãe Josina do Guamá: o solo sagrado da cultura popular”, uma homenagem à líder religiosa Mãe Josina de Averequete, fundadora do terreiro mais antigo de Belém e símbolo da ancestralidade afro-paraense. O desfile exaltou a força da cultura popular e a resistência das tradições de matriz africana na capital paraense.
Para o presidente da Bole-Bole, Paulo Alcântara, a vitória tem um significado especial. “São 42 anos de Carnaval da Bole-Bole. São sete títulos no primeiro grupo, e essa caminhada é emocionante de chegar até aqui. A Bole-Bole é isso, é emoção o tempo todo, com chuva, sol, o que vier, a Bole-Bole vai sempre estar lá celebrando”, comemorou.
Classificação final
O segundo lugar ficou com a escola de samba Associação Carnavalesca Social Beneficente Embaixada do Império Pedreirense, que apresentou o samba-enredo “Xapuri, Pará, Paris, ulalá mon chéri - A Embaixada canta Nazaré Pereira”. O desfile homenageou a cantora paraense Nazaré Pereira, destacando sua trajetória e a contribuição para a cultura amazônica.
A terceira colocação foi conquistada pela Escola Quem São Eles, com o enredo “Pelos Caminhos das Águas - Uma Odisseia Escrita Pelos Transportadores que Cruzam Rios e Mares”. A agremiação transformou a avenida em um grande rio narrativo, unindo passado, presente e futuro da navegação para contar a história de povos que aprenderam a ler o vento, a correnteza e o céu para construir civilizações e conectar territórios.
Foto: Agência Belém
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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