Farda perde espaço nas urnas; no Pará, coronel Vicente Neto vai na contramão TCU libera R$ 5 bi para reduzir conta de luz, mas não se sabe quando Médicos de IA que vendem cura milagrosa têm mais 70 milhões de views na rede
Polêmica

Caso da "rosquinha" leva Prefeitura a se manifestar sobre alimentos no Mangueirão

Regra que proíbe ingresso ao estádio com alimentos e bebibdas ganhou repercussão após um vídeo em que um torcedor é orientado a não entrar no Mangueirão com uma rosquinha

  • 219 Visualizações
  • Da Redação | Agência Brasil
  • 13/08/26 16:00
Caso da

Belém, PA - A Prefeitura de Belém orienta o público sobre os cuidados relacionados ao consumo de alimentos e bebidas durante os eventos realizados no Mangueirão. Não é permitida a entrada de alimentos e bebidas que não foram adquiridos no local. O estádio conta com bares e lanchonetes destinados ao atendimento do público.


A regra ganhou repercussão após a circulação de um vídeo nas redes sociais em que um torcedor é orientado a não entrar no Mangueirão com uma rosquinha. A situação gerou dúvidas sobre o motivo da restrição e chamou atenção para os cuidados necessários com os alimentos consumidos durante os eventos.


Charles Rodrigues, coordenador da Divisão de Alimentos da Sesma, orienta sobre os cuidados sanitários na entrada e comercialização de alimentos e bebidas no Mangueirão.


Segundo o coordenador da Divisão de Alimentos do Departamento de Vigilância Sanitária (Devisa) da Sesma, Charles Rodrigues, a restrição contribui para que os alimentos comercializados dentro do estádio sejam submetidos ao controle e à fiscalização sanitária.


“Essa restrição de entrada de alimentos e bebidas no Mangueirão é uma medida de segurança sanitária. Dentro do estádio nós temos pontos de venda fiscalizados, com controle de higiene, armazenamento e procedência. Isso reduz riscos de contaminação e garante mais segurança para o torcedor.”


A Vigilância Sanitária fiscaliza os estabelecimentos e pontos de comercialização de alimentos dentro do Mangueirão, verificando condições de higiene, armazenamento, conservação, validade, procedência e manipulação dos produtos.


Para a população, a orientação é ter atenção ao consumir alimentos adquiridos em estabelecimentos que não ofereçam garantias sobre as condições de preparo e conservação. Produtos que permanecem por longos períodos fora de refrigeração, são manipulados sem higiene adequada ou ficam expostos ao calor e à contaminação podem aumentar o risco de doenças transmitidas por alimentos.


Por isso, antes de consumir alimentos fora de casa, é importante observar as condições de higiene do local, a forma como os produtos são armazenados e manipulados e se há estrutura adequada para conservação dos alimentos.


Fiscalização e adequações


A atuação da Vigilância Sanitária no Mangueirão também inclui inspeções das condições estruturais das cozinhas, bares e banheiros disponibilizados ao público. As equipes observam a organização, limpeza, abastecimento de água, funcionamento das instalações e disponibilidade de insumos para a higienização das mãos.


Quando são identificadas inconformidades, os responsáveis são orientados a realizar os ajustes necessários. A Vigilância acompanha as medidas adotadas para garantir condições sanitárias adequadas durante os eventos.


A atuação preventiva e fiscalizatória da Sesma busca reduzir riscos à saúde e garantir que os serviços de alimentação e as estruturas utilizadas pelo público estejam em condições de funcionamento.


Quem identificar possíveis irregularidades sanitárias em estabelecimentos que comercializam ou manipulam alimentos pode procurar a Vigilância Sanitária da Sesma para registrar a denúncia. O departamento funciona na avenida Governador José Malcher, 2821, 1º andar, bairro de São Brás, em Belém. Denúncias podem ser feitas para o e-mail devisa.denuncia@yahoo.com.


Foto: Divulgação

Mais matérias Cidades

img
Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.